V [...] - Chegando na delegacia fui direto para a cela, passados alguns minutos o delegado chega e começa a andar de um lado para o outro do corredor sem dizer um sequer A, aquilo me deixou incomodado. Para começar eu não deveria estar alí, era um simples engano, e depois, não era necessário me tratar como um marginal. Mais uma vez pensando saber de meus direitos disse: posso agora tentar me explicar senhor? Fui surpreendido com um "CALA A BOCA", grosso! Lógico que disse isso em pensamento, assim como os motivos que me deixaram incomodados. E ele prosseguiu, muito bem, vocês acham que podem zombar de nossas caras, usar os locais públicos, mas especificamente uma praça, onde as famílias passeam, as crianças brincam para traficarem e venderem essas M#r)@§? Mas eu não vendo nada! Tentei mais uma vez contrapor. Não, claro que não, deve ser eu que saio distribuindo. Sei que você vende, mas sei também que tem um cabeça maior por trás disso tudo, então você vai me dizer agora quem é! Já estava ficando chato este delegado falando asneiras comigo, e eu bem para pirraçar o dei às costas! Ele ficou furioso, mas também não podia fazer muita coisa para me prejudicar! Enquanto estava de costas ouvi uma voz familiar, me virei e percebi que o policial estava trazendo mais alguém, não acreditei quando vi, era ele, meu amigo que era o motivo deu estar alí! O policial segurando seu ombro disse para mim: olha quem achamos pelo caminho, ele nos disse que é conhecido seu e que você não deveria estar aqui! Sacanagem, era segunda feira!
Crônica de: Maycon Ferreira Martins
Todos os direitos reservados, textos devidamente registrados na BN!
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