O tutuviar das auroras dispostas pelo som da bagagem,
perderam entre sonetos devastas saudades.
O broto do homem passivo de lascívia apenas mostrava
que ser o que é, é deixa-se afetar.
Augúrios tão tênues quanto a luz matutina,
esboços eficazes de forma paulatina.
Os fins sem dúvidas, nunca justificaram os meios.
Há quem para na trilha, há quem segue ligeiro.
Charlas falaciosas cumprem seu papel,
nada mais demostram, que o homem é cruel.
Controversas do dom sublime de um belo por vir,
nunca mais encurte o que quer existir.
Este emaranhado complexo nada diz,
a essência está no meio desta grande matriz.
O que o eu lírico quer dizer,
é que na falta de algo
o subconsciente sabe o que fazer!
Por: Maycon F Martins
perderam entre sonetos devastas saudades.
O broto do homem passivo de lascívia apenas mostrava
que ser o que é, é deixa-se afetar.
Augúrios tão tênues quanto a luz matutina,
esboços eficazes de forma paulatina.
Os fins sem dúvidas, nunca justificaram os meios.
Há quem para na trilha, há quem segue ligeiro.
Charlas falaciosas cumprem seu papel,
nada mais demostram, que o homem é cruel.
Controversas do dom sublime de um belo por vir,
nunca mais encurte o que quer existir.
Este emaranhado complexo nada diz,
a essência está no meio desta grande matriz.
O que o eu lírico quer dizer,
é que na falta de algo
o subconsciente sabe o que fazer!
Por: Maycon F Martins