Tão deprimente és tu!
Insiste em ver o céu escuro,
Quando está tão límpido e azul.
Outrora viste teu corpo nu.
És uma bela obra de arte,
Pena que para ti, isto não é verdade.
Ainda não sabe, mas está cru.
A vida lhe reserva muito altares,
Então não me venha com essas bobagens.
Tão deprimente és tu!
Pena que se sinta assim,
Se soubestes o valor que tens pra mim.
Já não tens manitu,
Desistiu bravamente, pobre inocente.
Também desisto tu.
Por: Maycon Martins